Obama anuncia um novo plano nacional para acabar com o câncer

Obama dando um de seus discursos. EFE/EPA/Hyosub Shin

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Quarta-feira 30.12.2015

Terça-feira 08.12.2015

“Os seres queridos que perdemos, pela família que ainda podemos salvar, façamos o que os Estados Unidos seja o país que cura o câncer de uma vez por todas”, afirmou Obama durante o último discurso de sua Presidência sobre o Estado da União perante o Congresso.

Obama colocou à frente da iniciativa a seu vice-presidente, Joe Biden, que transformou a luta contra o câncer, uma prioridade pessoal desde que perdeu, em maio passado, seu filho Beau, de 46 anos, devido a um tumor cerebral.

Plano de acção

“Hoje, o câncer é a principal causa de morte em todo o mundo. E se espera que isso aumente nas próximas décadas, a não ser que façamos mais avanços hoje mesmo. Eu sei que podemos fazer isso”, disse Biden em uma mensagem distribuído pela Casa Branca.

A iniciativa consiste em “aumentar os recursos, tanto privados como públicos, para lutar contra o câncer”, e quebrar as barreiras entre os centros de pesquisa sobre a doença para que alcancem os “níveis sem precedentes de cooperação”, segundo explicou Biden.

“O objetivo desta iniciativa é simples: duplicar o ritmo ao que avançamos. Fazer em cinco anos, os avanços que nós faríamos em uma década”, acrescentou.

Trabalho em equipe

Ao longo deste ano, o vice-presidente liderará um “esforço conjunto de Governos, do setor privado, pesquisadores, médicos, pacientes e empresários para buscar investimentos, a coordenação entre as diferentes iniciativas e aumentar o acesso à informação para todos na comunidade contra o câncer”, segundo explicou.

“O Governo federal fará tudo o que, possivelmente, possa, através de fundos, para as iniciativas concretas e de uma maior coordenação com o setor privado – para apoiar a investigação e permitir os avanços”, prometeu Biden.

Ele acrescentou que as empresas especializadas em tecnologia e dados também podem contribuir para “revolucionar posso compartilhar” a informação médica e de investigação.

“Foi uma chamada para toda a humanidade. E inspirou uma geração de norte-americanos -a minha geração – a se interessar por ciência e da inovação, com o que, literalmente, ultrapassou as fronteiras do que era possível”, continuou.

“Este é o nosso lançamento para a Lua. Sei que podemos ajudar a solidificar um compromisso global genuíno para acabar com o câncer, tal como o conhecemos hoje, e inspirar uma nova geração de cientistas para que busquem novas descobertas”, concluiu o vice-presidente.

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