Obama assinou uma lei milionária contra o câncer e a heroína

Obama dando um de seus discursos. EFE/EPA/Hyosub Shin

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Parte desses fundos serão usados também para melhorar os programas de saúde mental, estimular a medicina de precisão e modernizar o desenvolvimento de medicamentos por parte da agência federal encarregada dessa tarefa.

Obama assinou a lei, aprovada pelo Congresso na semana passada, durante um ato na Casa Branca, acompanhado por seu vice-presidente, Joseph Biden, e vários legisladores democratas e republicanos.

Além disso, Obama foi introduzido por David e Kate Grubb, que perderam a sua filha Jessica, por causa de uma overdose, na Virgínia Ocidental, estado onde residem e um dos de maiores taxas de vício em heroína e analgésicos opiáceos, um problema que se tornou epidémico em muitos pontos dos EUA.

Essa epidemia pode afetar “a todo o mundo”, advertiu Obama, antes de assinar a lei, que destinará 1.000 milhões de dólares para os tratamentos contra o abuso de medicamentos de prescrição e o consumo de heroína.

Outra das peças fundamentais da Lei de Curas é o do financiamento, no valor de 1.800 milhões de dólares, que vai parar a campanha que encabeça Biden para derrotar o câncer.

Esta lei “mudará a essência da cultura de nossa luta contra o cancro” e servirá para dar “um sentido de urgência”, ressaltou no ato o vice-presidente, que perdeu em maio de 2015 a seu filho Beau, de 46 anos, devido a um tumor cerebral.

Mais de um milhão de assinaturas no Congresso português para um novo medicamento contra o câncer

Mais de 1.070.000 pessoas assinaram uma iniciativa de cidadania, apresentada no Parlamento português, que tem como objetivo garantir o financiamento da pesquisa de um novo medicamento contra o câncer, que estão levando a cabo cientistas da Universidade de Granada.

Em conferência de imprensa, às portas do Congresso, o promotor desta iniciativa, o médico aposentado Sebastião Martin, afirmou que a droga é capaz de “reduzir” o tamanho dos tumores ao “atacar diretamente as células-tronco cancerígenas.

Para começar a ensaiar com humanos, o novo medicamento, desenvolvido por uma equipe de jovens da Universidade de Granada, são necessários dois milhões de euros, dos quais a Junta de Andaluzia aprovou há um ano, uma ajuda de 200.000, que agora, segundo lhes foi comunicado, reduz-se a 36.000, explicou Martin.

Este doutor foi entregue aos diferentes grupos parlamentares, com um dossier com as assinaturas e comentários dos cidadãos, e disse que vai se reunir com representantes dos principais partidos políticos para tratar este “horror projeto”.

“Milhares de pessoas afetadas por esta doença têm de pôr sua esperança em que os governos façam um esforço importante por conseguir que o avanço da investigação”, afirma Martin.

Além disso, o impulsor da iniciativa foi relatado a importância de que a sociedade em conjunto tome consciência de que “a dignidade e o trabalho dos cientistas, para assim dar um “salto qualitativo” na investigação em Portugal.

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