Oito colegas da criança com difteria são portadores, mas estão vacinados

Oito dos 57 colegas e amigos da criança infectado com difteria analisados são portadores assintomáticos da bactéria e não desenvolveram a doença porque estão vacinados, mas poderiam ter transmitido à criança de seis anos de Olot (Girona), que ficou doente porque não havia sido vacinado

Instrumental de saúde utilizado para vacinar contra a hepatite. EFE/Paul Buck.

Quarta-feira 03.06.2015

Sexta-feira 20.03.2015

Sexta-feira 26.04.2013

Segundo informou hoje o ministro da Saúde da Generalitat da catalunha, Boi Ruiz, embora se tenha encontrado a bactéria nesses oito menores, que hoje começaram a ser tratados com antibiótico e que permanecerão presos em suas casas, enquanto durar o tratamento, não se sabe ainda o foco original que infectou a criança que está em estado grave no Hospital Vall d’Hebron de Barcelona.

Perante esta situação, o departamento de Saúde tem recomendado a todas as associações que organizam acampamentos de verão na comarca da Garrotxa, onde reside a criança afetada e onde 3% da população está vacinada contra a difteria, que exijam dos pais carteira de vacinação dos menores.

Por agora, os oito companheiros portadores de bactérias da difteria permanecerão em seus domicílios “entre oito e dez dias”, enquanto durar o tratamento com antibiótico, segundo explicou o ministro.

Os pais e o ambiente destes oito crianças também foram analisados para descartar que existissem mais pessoas portadoras que possam levar a outras que não estejam vacunadas.

Saúde indicam que as crianças que possam ser portadores da doença podem chegar a manter a bactéria durante mais de seis meses em seu organismo, por isso Ruiz recordou a importância das vacinas.

Boi Ruiz voltou a insistir na “responsabilidade dos pais” para que vacunen seus filhos, já que a evidência neste caso, em Olot é que as crianças, os portadores não têm nenhum sintoma ou estão doentes e os que não estão vacinados ficam expostos às doenças.

“Se a cem por cento da população fosse vacinada, não teríamos este tipo de preocupações”, lamentou o ministro.

Ruiz foi informado de que a Autarquia solicitou ao Ministério da Saúde que tanto a vacina da varicela, como a meningite B, são incluídos no calendário de vacinas obrigatórias na Catalunha.

O secretário de Saúde de Catalão, Antoni Mateu, indicou, além disso, que desde que conheceu o caso de difteria, A Localização subiram cerca de 20 por cento das doses de vacinas fornecidas em Olot.

De todos modos, o Governo “não vai arriscar” e recordou que as casas de acampamentos e os espaços de recreio infantil Da Garrotxa estarão atentos às cartilhas de vacinação das crianças para “garantir a segurança da saúde dos pequenos, por isso que aqueles que não estejam vacinados “lhes alertá-lo do risco que isso pode representar.

Essas medidas preventivas são continuarão levando a cabo as próximas semanas até que se encontre o foco originário deste surto, que ainda não foi descoberto.

De fato, Boi Ruiz deixou a porta aberta para que a causa primária desta infecção não se acabe encontrando, embora o departamento de Saúde foi constituído a partir de hoje um comitê de crise para tratar o assunto.

Por sua parte, o Síndic de Rei, Rafael Ribó, foi aberto um inquérito perante o aparecimento de difteria na Catalunha, “para reivindicar toda a informação” sobre os casos de difteria nesta comunidade autónoma, doença erradicada há quase 30 anos.

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